sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sem mais abraços ou eu sem me importar com o que signifiquem ou quantos haverão após o primeiro. Sem mais abraços ou só o que tem de físico, a temperatura e o tato e o que mais isso me provoque de biológico.
Que os sinta se vierem, que não os busque ou espere mais. Adeus, adeus, adeus! Sem despedidas finais! Que sem ela, ela sempre faltará e, mesmo querendo assim, te digo vá! Vá!