terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Uma dessas cartas que não posso enviar. Primeiro porque não interessa ao destinatário. Depois, me falta coragem até mesmo de investigar o tal do interesse, de modo que prefiro seguir com minhas suposições e intuições. Voltar à casca, à casa minha de sempre, esconderijo protetor do mundo. Sem exposição, sem Sol, continuo pálida, ou voltarei a ser pálida, como quando nasci. Vai muito fazer falta a areia da praia a roçar na sola dos pés e o teu brilho, Sol, no mar que gosto tanto de olhar. Não sei o que tanto me atrai a água. Viveria imersa. Seja pelo jeito "alga marrom" que dá aos cabelos ou tom esverdeado da pele, a leveza do corpo inteiro... E no mar, teu sal. Pele salgada é mais gostosa. É isso o mar, água e sal. Simples e tudo mais que comporta.
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